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Jornada da Leitura
Resumo de aula · Jornada da Leitura

Formulação de caso baseada em processos

Capítulo 5
24/03/2026 · Apresentação de Profa. Franciele Peloso · Mediação de Prof. Júlio Gonçalves · Hofmann, Hayes & Lorscheid — Aprendendo a Terapia Baseada em Processos, cap. 5

A formulação de caso como habilidade treinável: da avaliação integral dos domínios à análise de rede, da hierarquização ao plano de tratamento — sempre construída com o paciente, e sempre revisável.

Como usarAbra as seções que quiser ler, marque o que pretende aplicar e responda o que fizer sentido. Tudo fica salvo neste aparelho — ninguém mais vê.
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O essencial
  • Formulação de caso é habilidade treinável, não talento — e se apoia nos três pilares da Prática Baseada em Evidências: melhor evidência disponível, expertise clínica, e preferências e cultura do paciente.
  • É hipótese, não verdade. Levantada com o paciente, sujeita a ser corroborada ou refutada, e revisada do começo ao fim do tratamento.
  • Não é feita sobre o paciente — é feita com ele. Sem devolutiva e sem feedback, vira análise unilateral.
  • Avaliar antes de conectar. Primeiro os seis domínios e os dois níveis, depois a lista de processos, só então as setas da rede. Pular para a matriz cedo demais atrapalha mais do que ajuda.
  • Sem plano de tratamento, a formulação é só um exercício de rede. O desfecho do paciente é o critério — não a beleza do diagrama.

Uma habilidade treinável, sustentada pela PBE

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A formulação de caso costuma ser tratada como dom: ou o terapeuta “tem o olho”, ou não tem. O encontro parte da premissa oposta — é uma habilidade treinável, que melhora com prática deliberada e se apoia numa estrutura conhecida.

Essa estrutura são os três pilares da Prática Baseada em Evidências (APA, 2006): a melhor evidência disponível, a expertise clínica, e as preferências e a cultura do paciente. Formular é o lugar onde os três se encontram — porque é ali que dados nomotéticos (o que a literatura diz sobre o problema e sobre o que funciona) precisam ser costurados a dados idiográficos (o que se passa com esta pessoa).

Um mal-entendido a desfazer
Trabalhar com PBE não significa só atender casos com diagnóstico fechado, nem aplicar protocolo rígido. A evidência entra como insumo de decisão, não como roteiro a cumprir.

Por que o diagnóstico e o protocolo não bastam

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Os tratamentos empiricamente sustentados têm mérito real: descrevem procedimentos com precisão e vêm de estudos controlados. O problema aparece quando a formulação fica amarrada ao diagnóstico e ao manual.

Primeiro porque a clínica não é linear. Existe uma quantidade enorme de manuais, com procedimentos que se repetem entre si, organizados por psicopatologia — e o paciente real chega com várias demandas ao mesmo tempo, o que o manual único não resolve.

Segundo — e mais importante — porque pacientes com o mesmo diagnóstico podem ter processos mantenedores completamente diferentes. Dois quadros de depressão podem se sustentar, num caso, sobre tristeza e retraimento; noutro, sobre pessimismo e ruminação. Aplicar o mesmo protocolo aos dois é tratar o rótulo, não a pessoa.

Há ainda o risco dos modelos puramente descritivos, como certas conceitualizações cognitivas: eles capturam bem um recorte — o cognitivo — mas o paciente não é puramente cognitivo. Quando o modelo só descreve, ele tende à circularização do sofrimento: o pensamento explica o comportamento, que explica o pensamento, e a formulação gira em torno de si mesma sem apontar para lugar nenhum.

A TBP entra aí, e vale a precisão: não é uma nova teoria nem uma nova intervenção. É um metamodelo que reorganiza dados que já existem, para permitir personalização.

O que é uma formulação: hipótese viva, feita com o paciente

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Formular é levantar hipóteses, não estabelecer verdades. Elas podem ser corroboradas ou refutadas, e se organizam em três frentes:

  • Causas — ligadas ao histórico do paciente.
  • Precipitantes — o que aconteceu antes da demanda aparecer.
  • Influências mantenedoras — os processos psicológicos, emocionais, comportamentais e interpessoais que sustentam o quadro agora.

É um processo vivo: funciona como um mapa que guia a tomada de decisão em psicoterapia rumo a um plano individualizado. E é o ponto onde se unem coisas que costumam andar separadas — diagnóstico (ou sintomatologia) e demanda; teoria e prática; ciência e a arte da relação, o feeling clínico.

Suas funções, na prática: organizar informação, guiar o trabalho, planejar o tratamento e fortalecer a relação terapêutica — porque uma compreensão ampla dos processos, devolvida ao paciente, valida a experiência dele.

Com, não sobre
A formulação não é algo que o terapeuta produz sozinho e apresenta pronto. É co-construída, submetida a feedback contínuo, e reavaliada quando a intervenção não anda como esperado. Se a rede está montada e o paciente nunca a viu, algo essencial ficou de fora.

Passo 1 — avaliação integral dos domínios e níveis

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O primeiro passo é o menos glamouroso e o mais decisivo: avaliar tudo antes de concluir qualquer coisa. Os seis domínios — cognição, afeto, atenção, self, motivação e comportamento — atravessados pelos dois níveis, biofisiológico e sociocultural.

A avaliação integral existe para evitar dois defeitos previsíveis: omissão (o domínio que você nunca investiga porque não é da sua abordagem) e viés (encontrar em todo paciente aquilo que você já esperava encontrar). Ela se faz por entrevista clínica com perguntas específicas por domínio, observação em sessão, exame do estado mental e instrumentos padronizados.

Para cada processo identificado, três perguntas do metamodelo:

  • Variação — como esse comportamento varia? (o dado mais descritivo)
  • Seleção — para que ele serve? qual a função?
  • Retenção — como isso se manteve, e se manteve interligado, ao longo do tempo?

Não são etapas sequenciais: transitam simultaneamente durante a sessão. E o contexto não é pano de fundo — é variável ativa, tanto na formulação quanto na decisão clínica.

A metáfora do mapa
A formulação não precisa abranger o mundo inteiro do paciente. Um mapa útil mostra o ponto de partida e o destino — e omite o resto de propósito. São os objetivos da terapia que definem quais informações entram. Formulação sem recorte não orienta ninguém.

Passo 2 — da lista à rede: conectar e hierarquizar

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Na TBP, dois formatos convivem. A tabela do metamodelo evolucionário estendido, funcional, lista os processos mal adaptativos ao lado dos recursos e processos preservados. A matriz organiza os domínios em quadrantes e recebe as setas da análise de rede.

A recomendação prática do encontro — e Júlio concordou, na discussão — é listar antes de conectar. Montar a matriz cedo demais, sem ter as variáveis nomeadas, atrapalha o aprendizado e a precisão. Primeiro a lista; depois as setas.

O caminho da formulação
1Avaliar2Listar3Conectar4Hierarquizar5Planejar
As duas primeiras etapas são de coleta e organização; as setas só entram na terceira. Espera-se que a primeira rede seja incompleta — é ela que mostra o que ainda falta perguntar.

Ao organizar, limite o número de processos — dez, no exemplo trabalhado. Rede com processo demais não hierarquiza nada.

Para traçar as conexões, o instrumento principal é o autorrelato: perguntar ao paciente pelas relações causais que você está supondo. “Quando você pensa que é uma perdedora, o que costuma fazer em seguida?” O paciente pode responder com incerteza, e tudo bem — a rede é hipotética por natureza, e testá-la faz parte.

O passo seguinte é o fortalecimento da rede, feito em colaboração: identificar quais processos são mais centrais, e daí derivar a hierarquia do tratamento.

O caso Maria, do começo ao fim

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Maria, 28 anos (caso didático), sente ansiedade e insegurança ao interagir socialmente, com preocupação de ser chata ou passar vergonha. O diagnóstico de transtorno de ansiedade social até caberia — e é exatamente onde a formulação começa, não onde ela termina.

A microanálise

O primeiro laço aparece entre cognição e afeto: a insegurança e a ansiedade intensificam a preocupação de ser chata, que por sua vez realimenta a insegurança e a ansiedade. Descrito assim, porém, o modelo já ameaça circularizar. É por isso que a investigação precisa varrer os demais domínios:

  • Biofisiológico — aperto no estômago, taquicardia, sudorese, diretamente atrelados à insegurança e à ansiedade.
  • Comportamento — dois padrões opostos que sustentam o mesmo ciclo: supercompensação (tentar ser engraçada, agradável) em alguns contextos, e evitação em outros (ficar em casa, não se expor a estranhos ou a figuras de autoridade).
  • Atenção — pensamentos de “vou me constranger” quase todos os dias, sobretudo antes de conversas com estranhos: ruminação e preocupação antecipatória.
  • Self — conteúdos conceituados e rígidos: “sou chata”, “sou inconveniente”.
  • Motivação — o domínio que ficou menos claro na análise inicial, provavelmente ligado ao alívio temporário que se segue à evitação.

O que a rede mostrou

Fortalecida a rede, dois aspectos mal adaptativos se destacaram: a rigidez dos conteúdos de cognição e self, e a evitação comportamental — em contraste com o excesso comportamental de agradar. A hierarquia de tratamento apontou para a conexão entre cognição, comportamento e afeto.

Do processo ao procedimento

Com a hierarquia definida, o plano vira tabela: dimensão, processo mal adaptativo, processo adaptativo desejado, procedimento empiricamente sustentado. No caso de Maria, a alta sensibilidade à ansiedade poderia ser trabalhada no sentido de maior aceitação, por meio de exposições interoceptivas (Smits, Berry, Tart & Powers, 2008).

Repare no movimento
Nada aqui foi deduzido do diagnóstico. O procedimento veio do processo-alvo, e o processo-alvo veio da rede daquela pessoa. É esse encadeamento — e não a escolha da técnica — que caracteriza a formulação baseada em processos.

Passo 3 — o plano, e a flexibilidade dentro da fidelidade

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O plano pode se alinhar a tratamentos empiricamente sustentados — exposição, aceitação, reestruturação —, mas aplicados com individualização. A TBP trabalha com núcleos de tratamento comportamentais, contextuais e cognitivos, o que permite um ecletismo técnico modular: entra a técnica que serve àquele processo, venha ela da DBT, da ACT ou da TCC.

Foi aqui que Júlio amarrou o tema a um conceito central da PBE: flexibilidade dentro da fidelidade (Kendall & Beidas, 2007; Kendall, Gosch, Furr & Sood, 2008). A fidelidade a protocolos nomotéticos frequentemente não se adequa à clínica viva, onde os pacientes chegam com múltiplas demandas. A formulação de caso é justamente o que permite os deslocamentos — o olhar idiográfico que acomoda as comorbidades sem abandonar o que a evidência sustenta.

Mensuração como validação da hipótese

A hierarquização se faz com o paciente, usando feedback e mensuração. E aqui há uma função da medida que costuma passar batida: ela não serve só para monitorar o tratamento — serve para validar ou invalidar as relações causais que a formulação supôs. É o encontro anterior devolvendo utilidade a este.

O critério final
Sem plano de tratamento, a formulação de caso vira apenas um exercício de análise de rede. O objetivo é o desfecho do paciente — e é por ele que a formulação responde.

Sobre a curva de aprendizagem

Construir a primeira rede é hipotético e cansativo — não é sinal de que você está fazendo errado. Espera-se que as análises iniciais sejam incompletas: é a incompletude que mostra o que ainda falta perguntar, e permite ir construindo modelos progressivamente mais complexos. Passada a parte grossa do trabalho, os ajustes seguintes tendem a ser mínimos, e o ganho de clareza compensa o esforço inicial.

Levar para a prática
Para revisar — responda

1. Quais são os três pilares da PBE, e onde exatamente a formulação de caso os articula?

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Melhor evidência disponível, expertise clínica, e preferências e cultura do paciente. A formulação é justamente onde os três se articulam: é ali que dados nomotéticos — o que a literatura diz sobre o problema e sobre o que funciona — são costurados a dados idiográficos, o que se passa com esta pessoa, dentro do que ela valoriza e aceita.

2. Por que amarrar a formulação ao diagnóstico é insuficiente? Dê um exemplo de dois pacientes com o mesmo diagnóstico e processos mantenedores diferentes.

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Porque pacientes com o mesmo diagnóstico podem ter processos mantenedores completamente distintos: um quadro depressivo sustentado por retraimento e tristeza pede conduta diferente de outro sustentado por ruminação e pessimismo. Amarrar a formulação ao diagnóstico trata o rótulo, não a pessoa — e deixa sem resposta o paciente com múltiplas demandas simultâneas, que é a regra e não a exceção.

3. O que é a circularização do sofrimento, e como a avaliação integral ajuda a evitá-la?

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É quando o modelo apenas descreve e passa a girar em torno de si: o pensamento explica o comportamento, que explica o pensamento, sem apontar para intervenção. A avaliação integral evita isso porque obriga a varrer os demais domínios — biofisiológico, comportamento, atenção, self, motivação —, e é a entrada de dados de fora do par cognição–afeto que rompe o círculo.

4. Explique variação, seleção e retenção com um processo de um caso seu.

Ver critérios
Não há resposta certa. Uma boa resposta separa com clareza: variação é como o comportamento aparece e varia; seleção é para que ele serve, qual consequência o torna mais provável; retenção é o que o mantém interligado ao longo do tempo. O erro comum é responder as três com descrição — se a resposta de seleção não nomeia uma função, ela ainda é variação.

5. Por que listar os processos antes de montar a matriz? O que se perde ao inverter a ordem?

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Porque a matriz recebe as setas, e setas exigem variáveis já nomeadas. Montá-la cedo demais faz o terapeuta desenhar relações entre processos que ainda não foram bem descritos, o que atrapalha o aprendizado e a precisão. O que se perde ao inverter a ordem é a própria qualidade dos nós: uma rede bonita construída sobre uma lista frouxa continua frouxa.

6. O que significa “flexibilidade dentro da fidelidade”, e qual o papel da formulação de caso nisso?

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É a ideia de que a fidelidade a protocolos nomotéticos frequentemente não se adequa à clínica viva, onde os pacientes chegam com múltiplas demandas — e de que os deslocamentos necessários podem ser feitos sem abandonar o que a evidência sustenta. A formulação de caso é o que autoriza e orienta esses deslocamentos: ela dá o critério idiográfico para decidir o que ajustar e o que preservar.

7. Como a mensuração pode invalidar uma hipótese da sua formulação? Descreva um caso em que isso mudaria a sua conduta.

Ver critérios
Não há resposta certa. Uma boa resposta parte de uma relação causal explícita na formulação — “supus que A leva a B” — e descreve como o dado mostraria o contrário: os picos não coincidem, a ordem temporal se inverte, o processo alvo muda sem que o desfecho acompanhe. E diz o que mudaria na conduta: refazer a rede, trocar o alvo, ou reconhecer que o efeito vinha de outro lugar.
Salvo neste aparelho

Referências

  1. APA Presidential Task Force on Evidence-Based Practice. (2006). Evidence-based practice in psychology. American Psychologist, 61(4), 271–285.
  2. Borsboom, D. (2017). A network theory of mental disorders. World Psychiatry, 16(1), 5–13.
  3. Ciarrochi, J., Sahdra, B., Hofmann, S. G., & Hayes, S. C. (2022). Developing an item pool to assess processes of change in psychological interventions: The Process-Based Assessment Tool (PBAT). Journal of Contextual Behavioral Science, 23, 200–213.
  4. Eells, T. D. (Org.). (2007). Handbook of psychotherapy case formulation (2ª ed.). New York: Guilford Press.
  5. Hayes, S. C., Hofmann, S. G., & Ciarrochi, J. (2020). A process-based approach to psychological diagnosis and treatment: The conceptual and treatment utility of an extended evolutionary meta-model. Clinical Psychology Review, 82, 101908.
  6. Hofmann, S. G., Curtiss, J., & McNally, R. J. (2016). A complex network perspective on clinical science. Perspectives on Psychological Science, 11(5), 597–605.
  7. Hofmann, S. G., & Hayes, S. C. (2019). The future of intervention science: Process-based therapy. Clinical Psychological Science, 7(1), 37–50.
  8. Kendall, P. C., & Beidas, R. S. (2007). Smoothing the trail for dissemination of evidence-based practices for youth: Flexibility within fidelity. Professional Psychology: Research and Practice, 38(1), 13–20.
  9. Kendall, P. C., Gosch, E., Furr, J. M., & Sood, E. (2008). Flexibility within fidelity. Journal of the American Academy of Child and Adolescent Psychiatry, 47(9), 987–993.
  10. Kuyken, W., Padesky, C. A., & Dudley, R. (2009). Collaborative case conceptualization: Working effectively with clients in cognitive-behavioral therapy. New York: Guilford Press.
  11. Persons, J. B. (2008). The case formulation approach to cognitive-behavior therapy. New York: Guilford Press.
  12. Smits, J. A. J., Berry, A. C., Tart, C. D., & Powers, M. B. (2008). The efficacy of cognitive-behavioral interventions for reducing anxiety sensitivity: A meta-analytic review. Behaviour Research and Therapy, 46(9), 1047–1054.
Nota de método“Maria” é caso didático apresentado como tal em aula, sem correspondência com paciente identificável. Padronizei o vocabulário: a apresentação falou em “seis dimensões e dois níveis”; aqui se lê seis domínios (self, cognição, afeto, atenção, motivação, comportamento) atravessados pelos níveis biofisiológico e sociocultural, seguindo a nomenclatura do EEMM já usada nos capítulos 2 e 3 desta trilha. “Circularização do sofrimento” é expressão da própria apresentadora, mantida. As referências de PBE, TBP/EEMM, rede e flexibilidade dentro da fidelidade foram acrescentadas para dar respaldo formal a afirmações feitas em aula sem citação explícita; a de exposição interoceptiva sustenta o exemplo do plano de tratamento de Maria. Nenhuma citação foi construída para preencher lacuna.
Prof. Júlio Gonçalves
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