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Jornada da Leitura
Resumo de aula · Jornada da Leitura

Processos cognitivos

Capítulo 7
21/04/2026 · Apresentação de Profa. Natércia Sampaio · Mediação de Prof. Júlio Gonçalves · Hofmann, Hayes & Lorscheid — Aprendendo a Terapia Baseada em Processos, cap. 7

Duas classes de estratégia cognitiva — engajar e controlar —, os processos que as mantêm, e por que a pergunta clínica decisiva é para que serve o pensamento, não o que ele diz.

Como usarAbra as seções que quiser ler, marque o que pretende aplicar e responda o que fizer sentido. Tudo fica salvo neste aparelho — ninguém mais vê.
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O essencial
  • Conteúdo é o que o pensamento diz; função é para que ele serve. A intervenção muda conforme a resposta — e a função é o que a TBP prioriza.
  • Duas classes de estratégia cognitiva: engajamento (preocupação, ruminação — “vamos resolver isso”) e controle (supressão, distração, neutralização — “como eu me afasto disso”).
  • As duas se mantêm por reforçamento negativo: aliviam no curto prazo e cobram no longo. E são sustentadas por crenças metacognitivas — positivas e negativas.
  • Tentar não pensar aumenta o pensar. Supressão e neutralização falham por desenho, e a falha repetida ensina ao paciente que aquele pensamento é importante.
  • Resolver problema não é se preocupar. Resolver envolve encarar a incerteza e marcar data de revisão; preocupar-se cria urgência de eliminá-la.

Onde os processos cognitivos entram — e quando não entram

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Este é o sétimo encontro da jornada. Os anteriores cobriram a fundamentação da TBP, o modelo de rede, a formulação, a mensuração e os processos atencionais. Os processos cognitivos são o segundo domínio de avaliação e intervenção nessa sequência.

E aqui vem a ressalva que vale para o restante da trilha: os domínios se apresentam em ordem, mas a clínica não é linear. A abordagem é modular — um domínio só é priorizado se for central na rede daquele paciente. Cognição e self tendem a aparecer como centrais na prática, mas “tende” não é “sempre”, e quem decide é a formulação, não o programa do curso.

Um pareamento útil
Processos atencionais e de self são os núcleos mais próximos do biológico e menos acessíveis diretamente. Cognição, afeto e comportamento são mais fáceis de acessar. Vale lembrar que a identidade cria regras sobre como a pessoa pensa e age — o que liga este encontro ao dos processos de self.

Conteúdo e função: a distinção que organiza tudo

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Antes de qualquer intervenção, sedimentar a diferença. A imagem usada em aula: o pensamento é um presente dentro de uma caixa.

  • Conteúdo — o que está dentro da caixa. “Vou perder o emprego.” É o foco do trabalho mais cognitivista, e a intervenção típica é a reestruturação cognitiva, que trabalha a forma como o paciente avalia a probabilidade dos eventos, buscando um pensamento mais flexível.
  • Função — por que se dá o presente. Para que serve aquele pensamento? Ele ajuda o paciente a buscar solução? A adiar uma decisão? A se sentir responsável? A função é majoritariamente de reforçamento.

No viés do conteúdo estão os três níveis clássicos de cognição — pensamentos automáticos, crenças intermediárias (regras e pressupostos) e crenças centrais (ideias absolutistas sobre si, os outros e o mundo). Todos são processos cognitivos, e trabalhá-los é legítimo. A questão é que, sozinho, o trabalho de conteúdo frequentemente não sustenta mudança de longo prazo.

Daí a organização da aula em duas classes de estratégia, definidas pela função:

  • Estratégias de engajamento — tentar analisar ou processar o pensamento. Modo enfrentativo: “vamos resolver”. Preocupação e ruminação.
  • Estratégias de controle — reduzir, eliminar ou modificar o pensamento. Modo esquivo: “como eu me afasto”. Supressão, evitação cognitiva, distração, neutralização.

Engajamento (1): a preocupação

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A preocupação é um processo transdiagnóstico: uma cadeia de pensamentos predominantemente verbais, orientados para o futuro, focados em ameaças possíveis e em tentativas de resolver problemas incertos (Borkovec et al., 1983; Ehring & Watkins, 2008).

Como ela aparece na clínica

Nem sempre pelo relato. Pacientes negam ser preocupados e descrevem uma rotina que é preocupação pura: pensar o tempo todo na próxima tarefa, executá-la com perfeição, emendar na seguinte. Outras manifestações incluem procrastinação, abuso de substância, uso excessivo de telas — e o reasseguramento, a busca de respostas em terceiros, que é das reações mais comuns.

O que medir

Duas perguntas diferentes, dois instrumentos:

  • Quanto ele se preocupa — o PSWQ, Questionário de Preocupação da Pensilvânia (Meyer, Miller, Metzger & Borkovec, 1990).
  • Por que ele se preocupa — o WW-II (Why Worry-II; Gosselin et al., 2003), que mapeia as crenças positivas sobre a preocupação: que ela facilita a resolução de problemas, motiva, protege de emoções negativas, previne desfechos ruins, ou reflete um traço positivo de personalidade.

O segundo é o que interessa à leitura por processos: ele responde pela função.

O ciclo de reforçamento da preocupação
DISPARADORSituação ou pensamentode ameaça possívelCRENÇA POSITIVA“Preocupar-me é serresponsável”ENGAJAMENTOPreocupação ouruminaçãoALÍVIO CURTOReforça o processo —e a ansiedade volta maiorreforçamento negativo
Com o tempo, a ansiedade elevada pode gerar crenças negativas — de que a preocupação é incontrolável ou perigosa. Aí o paciente passa a se preocupar com o fato de se preocupar.

Engajamento (2): a ruminação, e o convite ao terapeuta

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A ruminação é o outro pensamento repetitivo e prolongado, geralmente voltado a problemas passados e aos sentimentos associados a eles — análogo ao que fazem os animais ruminantes, que trazem de volta o que já foi processado (Nolen-Hoeksema, 1991; Nolen-Hoeksema, Wisco & Lyubomirsky, 2008).

Quem rumina também sustenta crenças positivas sobre o processo: pensar mais evita erros, pensar mais leva a decisões mais acertadas. É achado frequente em pacientes deprimidos, onde funciona como processo de manutenção do quadro.

Cuidado clínico

O paciente que rumina convida o terapeuta a ruminar junto. É um convite legítimo na aparência: revisar mais uma vez o que aconteceu, examinar de novo o mesmo episódio. Aceitar o convite mantém o ciclo e a angústia. O mesmo vale para a preocupação: não se preocupe junto com o paciente.

Metacognição: as crenças sobre o próprio pensar

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Metacognição é o conhecimento e as crenças que a pessoa tem sobre o monitoramento e o controle do próprio pensamento (Wells, 2009). A história de vida ativa crenças prévias que influenciam a execução das atividades cognitivas — inclusive a preocupação.

  • Crenças metacognitivas positivas — as vantagens de se preocupar ou ruminar.
  • Crenças metacognitivas negativas — a falta de controle sobre os pensamentos, e o perigo deles.

A crença de incontrolabilidade merece atenção precoce: enquanto o paciente acreditar que não consegue parar, ele não tenta desengajar. Reestruturá-la cedo é o que abre espaço para todo o resto.

Desengajar, em vez de discutir o conteúdo

Para muitos pacientes, o movimento mais útil não é examinar o conteúdo do pensamento — é sair dele. Entram aqui recursos como o grounding e o redirecionamento atencional (que conversam diretamente com o encontro sobre processos atencionais), a reestruturação metacognitiva e a desfusão.

Intolerância à incerteza e resolução de problemas

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A intolerância à incerteza é processo central na ansiedade: a busca por previsibilidade e controle, com a dúvida sendo tratada como sinônimo de perigo (Dugas, Gagnon, Ladouceur & Freeston, 1998; Carleton, 2016). Pacientes com alta intolerância recorrem a evitação e reasseguramento — e cada rodada disso reduz ainda mais a tolerância à incerteza ao longo do tempo.

Resolução de problemas, feita direito

A resolução de problemas é intervenção básica da TCC, mas com paciente preocupado ou ruminativo ela precisa ser estruturada considerando a incerteza:

  • Brainstorm com adiamento de julgamento — gerar alternativas antes de avaliar qualquer uma.
  • Escolher a solução “não perfeita” — porque nenhuma decisão elimina todas as incertezas, e esperar pela que elimina é a própria armadilha.
  • Definir marcadores e uma data de revisão — a etapa que costuma ser esquecida, e a mais importante: é o que impede o paciente de voltar à decisão a cada dúvida e reabrir a checagem.
A distinção que decide a conduta
Resolver um problema envolve encarar a incerteza e conviver com ela até a data marcada. Preocupar-se cria um senso de urgência de eliminá-la — e faz o paciente voltar à decisão a cada dúvida nova. Duas atividades que se parecem por fora e funcionam ao contrário por dentro. O adiamento da preocupação é um recurso útil aqui.

Um exemplo de intervenção que virou o problema

Foi relatada uma experiência clínica com a “famosa balança cognitiva” — a lista de prós e contras. Com um paciente de alta intolerância à incerteza, ele passou a pedir para refazer a balança a cada sessão. O exercício tinha virado fonte de reasseguramento. Identificado que o processo central era a intolerância à incerteza, a conduta adequada passou a ser manter a firmeza em não repetir o exercício.

Vale o aprendizado geral: uma técnica bem escolhida para o conteúdo pode alimentar o processo. Quem decide se ela serve é a função que ela cumpre naquele caso.

Controle: supressão, distração, neutralização — e a exposição

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As estratégias de controle são tentativas de controlar processos mentais e evitar pensamentos indesejados. Costumam vir acompanhadas da crença de que o pensamento é perigoso ou incontrolável, o que leva à evitação do assunto.

  • Distração — o uso excessivo do celular como forma de não pensar em algo desconfortável é o exemplo cotidiano de evitação não terapêutica.
  • Supressão — tentar não pensar. É o exercício do urso branco (Wegner et al., 1987): tentar não pensar no urso branco volta a atenção exatamente para ele. A tentativa falha, a falha se repete, e a repetição ensina que aquele pensamento deve ser importante. Vale igualmente para sentimentos — tentar não sentir intensifica a atenção sobre o que se sente.
  • Neutralização — compensar um pensamento ruim com um pensamento bom. Comum no TOC (Salkovskis, 1985; Rachman, 1997), mas não exclusivo dele.

O que não fazer em sessão

Na evitação cognitiva mais ampla, o paciente usa frases como “vai dar tudo certo” para encerrar a conversa e sair do tema. O terapeuta não deve reforçar essa estratégia — e concordar com a frase, ou mudar de assunto junto, é reforçá-la.

A exposição como remédio

O remédio para a evitação é a exposição. Na clínica, ela aparece em duas formas:

  • Exposição informal — encorajar o paciente a explorar e entrar em contato com o assunto ali, na sessão, em vez de deixá-lo escapar; e testes comportamentais.
  • Exposição formal — sistemática, repetida e prolongada aos eventos cognitivos evitados, incluindo preocupações e imagens (Bennett-Levy et al., 2004).
O fecho da aula
Reestruturação cognitiva e regulação emocional, sozinhas, não garantem mudança de longo prazo. O que sustenta o ganho é analisar o evento pela função, e não só pelo conteúdo — que é exatamente a leitura transdiagnóstica e processual que a TBP propõe.
Levar para a prática
Para revisar — responda

1. Explique conteúdo e função com um pensamento de um paciente seu. Que intervenção cada leitura sugeriria?

Ver critérios
Não há resposta certa. Uma boa resposta distingue com clareza: conteúdo é o que o pensamento afirma; função é o que ele produz — adiar uma decisão, aliviar culpa, sustentar a sensação de responsabilidade. A leitura por conteúdo sugere reestruturação; a leitura por função sugere trabalhar o processo que o mantém. O erro comum é descrever a função repetindo o conteúdo com outras palavras.

2. Qual a diferença entre estratégias de engajamento e de controle? Dê um exemplo clínico de cada.

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Engajamento é tentar analisar ou processar o pensamento — modo enfrentativo, “vamos resolver”: preocupação e ruminação. Controle é tentar reduzir, eliminar ou modificar o pensamento — modo esquivo, “como eu me afasto”: supressão, distração, neutralização. As duas se mantêm por reforçamento negativo; o que muda é a direção do movimento, não a função.

3. Descreva o ciclo de reforçamento da preocupação, do disparador até a crença negativa.

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Um disparador ativa uma crença metacognitiva positiva (“preocupar-me é ser responsável”); o paciente engaja na preocupação; obtém alívio de curto prazo; o alívio reforça o processo. Com o tempo, a ansiedade retorna elevada e surgem crenças negativas — de que a preocupação é incontrolável ou perigosa —, e a pessoa passa a se preocupar com o fato de se preocupar.

4. Por que a supressão falha? O que a falha repetida ensina ao paciente?

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Porque tentar não pensar exige monitorar se o pensamento apareceu, o que devolve a atenção exatamente a ele. A tentativa falha por desenho. E a falha repetida ensina algo pior que o fracasso: ensina que aquele pensamento deve ser importante e perigoso, já que resiste a todo esforço — o que aumenta a vigilância e realimenta o ciclo.

5. O que separa resolver um problema de se preocupar com ele?

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Resolver envolve encarar a incerteza: gerar alternativas, escolher uma solução não perfeita e conviver com a dúvida até uma data de revisão. Preocupar-se cria urgência de eliminar a incerteza, e por isso faz o paciente voltar à decisão a cada dúvida nova. As duas atividades se parecem por fora; a presença ou ausência da data de revisão costuma ser o que as distingue na prática.

6. Alguma intervenção sua já virou reasseguramento? Como você perceberia isso a tempo?

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Não há resposta certa. Uma boa resposta identifica o sinal: o paciente pede a repetição do exercício, traz a mesma dúvida reformulada, ou relata alívio imediato sem mudança de conduta entre sessões. E descreve o manejo — sustentar a firmeza em não repetir, e nomear o padrão com ele — em vez de simplesmente trocar de técnica.

7. Como você reagiria, em sessão, a um paciente que encerra o tema com “vai dar tudo certo”?

Ver critérios
Não há resposta certa. Uma boa resposta reconhece que concordar com a frase ou mudar de assunto junto reforça a evitação, e propõe manter o paciente em contato com o tema sem confrontá-lo — nomeando o que acabou de acontecer, perguntando o que aparece quando ele fica no assunto. Vale considerar também o que a frase protege, e não só o que ela evita.
Salvo neste aparelho

Referências

  1. Bennett-Levy, J., Butler, G., Fennell, M., Hackmann, A., Mueller, M., & Westbrook, D. (2004). Oxford guide to behavioural experiments in cognitive therapy. Oxford University Press.
  2. Borkovec, T. D., Robinson, E., Pruzinsky, T., & DePree, J. A. (1983). Preliminary exploration of worry: Some characteristics and processes. Behaviour Research and Therapy, 21(1), 9–16.
  3. Borkovec, T. D., Alcaine, O., & Behar, E. (2004). Avoidance theory of worry and generalized anxiety disorder. In R. G. Heimberg, C. L. Turk & D. S. Mennin (Orgs.), Generalized anxiety disorder: Advances in research and practice (pp. 77–108). Guilford Press.
  4. Carleton, R. N. (2016). Into the unknown: A review and synthesis of contemporary models involving uncertainty. Journal of Anxiety Disorders, 39, 30–43.
  5. Dugas, M. J., Gagnon, F., Ladouceur, R., & Freeston, M. H. (1998). Generalized anxiety disorder: A preliminary test of a conceptual model. Behaviour Research and Therapy, 36(2), 215–226.
  6. Dugas, M. J., & Robichaud, M. (2007). Cognitive-behavioral treatment for generalized anxiety disorder: From science to practice. Routledge.
  7. Ehring, T., & Watkins, E. R. (2008). Repetitive negative thinking as a transdiagnostic process. International Journal of Cognitive Therapy, 1(3), 192–205.
  8. Gosselin, P., Ladouceur, R., Langlois, F., Freeston, M. H., Dugas, M. J., & Bertrand, I. (2003). Développement et validation d'un nouvel instrument évaluant les croyances erronées à l'égard des inquiétudes [Why Worry-II]. Revue Européenne de Psychologie Appliquée, 53, 199–221.
  9. Hayes, S. C., Hofmann, S. G., & Ciarrochi, J. (2020). A process-based approach to psychological diagnosis and treatment. Clinical Psychology Review, 82, 101908.
  10. Meyer, T. J., Miller, M. L., Metzger, R. L., & Borkovec, T. D. (1990). Development and validation of the Penn State Worry Questionnaire. Behaviour Research and Therapy, 28(6), 487–495.
  11. Nolen-Hoeksema, S. (1991). Responses to depression and their effects on the duration of depressive episodes. Journal of Abnormal Psychology, 100(4), 569–582.
  12. Nolen-Hoeksema, S., Wisco, B. E., & Lyubomirsky, S. (2008). Rethinking rumination. Perspectives on Psychological Science, 3(5), 400–424.
  13. Rachman, S. (1997). A cognitive theory of obsessions. Behaviour Research and Therapy, 35(9), 793–802.
  14. Salkovskis, P. M. (1985). Obsessional-compulsive problems: A cognitive-behavioural analysis. Behaviour Research and Therapy, 23(5), 571–583.
  15. Wegner, D. M., Schneider, D. J., Carter, S. R., & White, T. L. (1987). Paradoxical effects of thought suppression. Journal of Personality and Social Psychology, 53(1), 5–13.
  16. Wells, A. (2009). Metacognitive therapy for anxiety and depression. Guilford Press.
  17. Wenzlaff, R. M., & Wegner, D. M. (2000). Thought suppression. Annual Review of Psychology, 51, 59–91.
Nota de métodoOs exemplos clínicos citados em aula foram desidentificados. Corrigi artefatos de transcrição nos instrumentos: PWQ → PSWQ (Penn State Worry Questionnaire). O questionário citado como “I-Worry”, descrito como medida da função da preocupação, foi identificado como o WW-II (Why Worry-II) — cujas cinco crenças positivas correspondem exatamente ao que foi descrito em aula; se a intenção era outro instrumento, a citação precisa ser trocada. As referências de preocupação, ruminação, metacognição, intolerância à incerteza, supressão e neutralização foram acrescentadas para dar respaldo formal a afirmações feitas em aula sem citação explícita. Nenhuma citação foi construída para preencher lacuna.
Prof. Júlio Gonçalves
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