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Jornada da Leitura
Resumo de aula · Jornada da Leitura

Avaliação diagnóstica: formulação de caso, avaliação ecológica momentânea e as escalas

Vídeo 7
Prof. Júlio Gonçalves · Disciplina Avaliação e tratamento das dependências tecnológicas · Vídeo 7

A formulação de caso como guia da avaliação e da intervenção, a avaliação ecológica momentânea como método para pegar o que a entrevista não pega, e cinco instrumentos com o que cada um mede.

Sobre este material

Material de estudo dirigido a psicólogos, escrito a partir dos slides do sétimo vídeo da disciplina, sobre avaliação diagnóstica das demandas de dependência tecnológica. Não havia transcrição.

O caso apresentado nos slides (Gustavo) é uma vinheta didática. Os instrumentos citados estão descritos como os slides os apresentam; a nota de método distingue os que têm validação publicada dos que são ferramentas da disciplina.

Como usarAbra as seções que quiser ler, marque o que pretende aplicar e responda o que fizer sentido. Tudo fica salvo neste aparelho — ninguém mais vê.
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O essencial
  • A formulação guia a avaliação, e não o contrário. Predisponentes, precipitantes e um modelo que explica os problemas geram o plano. A avaliação serve para preencher essas caixas.
  • Cada caixa tem um método de coleta. Entrevista aberta, anamnese e observação enchem os predisponentes; a avaliação ecológica momentânea enche os precipitantes.
  • A EMA pega o que o relato retrospectivo perde. Registro no contexto real, uma vez ao dia, com viés de memória reduzido. No caso do vídeo, revelou um padrão que o paciente nunca tinha relatado.
  • Dados da EMA viram plano. Horário, lugar, estado emocional e gatilho de cada episódio dizem quando e onde intervir. É personalização com base no comportamento real.
  • Cinco instrumentos, cinco perguntas. EMA-DT e EDTec para o uso de tecnologia em geral; IGD-20 para jogos; G-SAS e GRCS para jogo de azar. A GRCS mede crenças, as outras medem sintomas.

A formulação de caso como guia da avaliação e da intervenção

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A formulação como guia: de onde vem cada peça
Fatores predisponentes história, temperamento, contexto Precipitantes o que dispara cada episódio Modelo psicoterapêutico o ciclo do vídeo 6, a rede de processos Problemas 1 … n explicados pelo mesmo modelo = plano de tratamento ANAMNESE, ENTREVISTA ABERTA, OBSERVAÇÃO ↑ e a AVALIAÇÃO ECOLÓGICA MOMENTÂNEA alimenta os precipitantes
O esquema do slide, com o que o vídeo acrescenta: cada caixa da esquerda tem um método de coleta próprio. A entrevista conta a história; a EMA mostra o que dispara o episódio hoje.

O vídeo abre com um esquema conhecido de formulação cognitivo-comportamental: fatores predisponentes e precipitantes alimentam um modelo psicoterapêutico (o modelo cognitivo da TCC, no exemplo do slide), e esse modelo explica os problemas 1 a 5 do paciente. O conjunto é o plano de tratamento. A ideia central é que a avaliação não é uma lista de exames a aplicar; é o trabalho de preencher essas caixas com dados bons o suficiente para o modelo funcionar.

O acréscimo do vídeo está nas duas setas de coleta. Os predisponentes se preenchem com entrevistas abertas, anamnese e observação comportamental: história de vida, temperamento, contexto familiar, o que já existia antes do uso. Os precipitantes, que são o que dispara cada episódio hoje, se preenchem com a avaliação ecológica momentânea, porque a entrevista, por melhor que seja, pede que o paciente lembre, e a memória do que aconteceu na terça à noite é ruim.

Para quem formula em processos
O esquema é o mesmo da rede: predisponentes são os nós de fundo (história, temperamento, contexto), precipitantes são os antecedentes de cada episódio, o modelo psicoterapêutico é o ciclo do vídeo 6, e os problemas são os pontos onde a rede toca a vida da pessoa. A vantagem de pensar assim é que os cinco problemas param de ser cinco planos e viram um só.

O caso do vídeo e o assistente de formulação

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O slide apresenta o FormulaPsi, assistente virtual do professor para formulação de casos em psicoterapia, e uma vinheta para treinar com ele. Gustavo, 23 anos, estudante de engenharia de software e estagiário remoto, apresenta há 18 meses uso excessivo de internet com foco em jogos online do tipo MMORPG, até 16 horas por dia, com prejuízo funcional: reprovações, faltas no estágio, negligência com autocuidados, isolamento progressivo. Relata irritabilidade intensa quando interrompido, mentiras sobre o tempo online, falhas repetidas em reduzir e sintomas de abstinência (ansiedade, taquicardia) ao tentar interromper. A avaliação aponta ansiedade e humor deprimido leve, sem critérios suficientes para transtorno depressivo maior ou ansiedade social isoladamente. Os sintomas se intensificaram no pós-pandemia e persistiram com a volta da rotina presencial.

O que a vinheta já entrega

  • Critérios (vídeo 6, adaptados ao jogo pela internet): tolerância implícita nas 16 horas, abstinência, esforços malsucedidos, mentira, prejuízo em estudo e trabalho. A contagem fecha com folga.
  • Predisponentes a investigar: a pandemia como contexto de instalação, o estágio remoto que mantém a tela como ambiente de trabalho e de lazer, o quadro ansioso-depressivo leve que pode ser anterior.
  • Precipitantes desconhecidos: a vinheta não diz quando Gustavo joga mais, nem o que acontece pouco antes. É exatamente a lacuna que a EMA vai preencher.

Avaliação ecológica momentânea: o instrumento do vídeo

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A EMA-DT (Avaliação Ecológica Momentânea Diária para Dependência Tecnológica) é um instrumento desenvolvido para ser aplicado uma vez ao dia, com o objetivo de monitorar o uso de tecnologias digitais e suas relações com estado emocional, impulsividade e impactos funcionais. É inspirada no modelo de avaliação ecológica momentânea, que captura os dados no ambiente natural da pessoa, com foco em comportamentos e emoções recentes, reduzindo o viés de memória dos autorrelatos retrospectivos.

Os dois primeiros itens mostrados no slide dão a medida do formato: uma estimativa do tempo de uso no dia, em cinco faixas (menos de 1 hora até mais de 8), e a finalidade predominante do uso, com múltipla escolha (trabalho ou estudos, comunicação, redes sociais, jogos, streaming, outro). Os itens seguintes, pelo objetivo declarado, cobrem estado emocional, impulsividade e impacto funcional.

Por que a EMA importa

  • Alta validade ecológica: o comportamento é registrado no contexto real (quarto, transporte, trabalho), o que permite capturar padrões e gatilhos contextuais, como ansiedade antes de dormir seguida de uso de redes sociais.
  • Monitoramento de variações dinâmicas: flutuações diárias de humor, desejo de uso, impulsividade e sensação de controle. Identifica os momentos críticos de uso compulsivo.
  • Personalização de intervenções: com os dados, o terapeuta identifica situações de risco e padrões de evitação, planeja exposições e ajusta o plano com base no comportamento real, e não só no relato.

Como ela funciona no caso

O slide mostra o que a EMA revelou num paciente de uso excessivo de redes. Os registros indicam que o uso ocorre predominantemente no quarto, entre 23h e 1h, geralmente após episódios de ansiedade noturna ligados ao trabalho do dia seguinte. Esse dado não havia sido relatado nas sessões. Ao longo de 14 dias, desejo de uso e ansiedade aumentam nos domingos à noite e em vésperas de reuniões importantes, com queda do senso de controle e aumento da impulsividade nesses períodos: um padrão cíclico de vulnerabilidade ligado a antecipações negativas.

E o plano muda em função disso: treinamento de regulação emocional nas noites de domingo; manejo das antecipações negativas; mindfulness antes de dormir para reduzir o uso automático do celular; estratégias alternativas para a hora crítica (leitura leve, áudio relaxante); planejamento e resolução de problemas; e monitoramento em tempo real da adesão, com ajuste semanal. Repare que nenhuma dessas seis intervenções poderia ter sido escolhida com precisão a partir do relato "uso muito o celular".

As escalas: o que cada uma mede

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Cinco instrumentos, cinco perguntas diferentes
EMA-DT DIÁRIO · TODO O DIA tempo, finalidade, estado emocional, impulsividade, impacto funcional do dia EDTec 15 ITENS · 5 DIMENSÕES frequência de comportamentos de dependência em celular, internet, redes, jogos IGD-20 20 ITENS · 12 MESES jogos pela internet: saliência, modificação de humor, tolerância, abstinência, conflito, recaída G-SAS JOGO DE AZAR · ÚLTIMA SEMANA gravidade dos sintomas: vontade, pensamentos, comportamento e consequências emocionais GRCS JOGO DE AZAR · 23 ITENS crenças: expectativas, ilusão de controle, controle preditivo, incapacidade de parar, viés
Em cima, os instrumentos para dependência tecnológica em geral e jogos; embaixo, os dois específicos de jogo de azar. A GRCS é a única que mede crenças, e por isso é a que conversa com a primeira tarefa clínica do vídeo 5.

Além da EMA, o vídeo apresenta quatro instrumentos de aplicação única, com links para baixar.

  • EDTec (Escala de Dependência Tecnológica): desenvolvida para avaliar o grau de dependência de tecnologias digitais (celular, computador, redes sociais, internet). Quinze itens em cinco dimensões; responde-se com a frequência com que cada afirmação se aplica.
  • IGD-20 (Internet Gaming Disorder Test): vinte itens que avaliam presença e gravidade do transtorno de jogos pela internet nos últimos doze meses, em qualquer dispositivo, online ou offline. Explora as dimensões clássicas do modelo de componentes da dependência: saliência, modificação de humor, tolerância, abstinência, conflito e recaída. Escala Likert de cinco pontos.
  • G-SAS (Gambling Symptom Assessment Scale): escala padronizada para sintomas relacionados ao jogo patológico, projetada para mensurar a gravidade dos comportamentos, pensamentos e consequências emocionais associados ao jogo. O primeiro item pergunta pela intensidade média da vontade de jogar na última semana, de nenhuma a extrema. É uma escala de gravidade e de acompanhamento, boa para medir mudança semana a semana.
  • GRCS (Gambling Related Cognitions Scale): 23 itens que avaliam crenças relacionadas ao jogo de azar, em cinco domínios: expectativas positivas sobre o jogo, ilusão de controle, crenças de controle preditivo, incapacidade percebida de parar e viés interpretativo. Escala de sete pontos.
Qual usar
Para a demanda de tecnologia em geral, EMA-DT para o dia a dia e EDTec para uma medida de grau. Para jogos, IGD-20. Para jogo de azar, G-SAS para gravidade e evolução e GRCS para o alvo cognitivo do vídeo 5: se a GRCS vem alta em ilusão de controle e controle preditivo, a primeira tarefa clínica está confirmada e mensurável.

Monitoramento contínuo: a HumanTrack

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O vídeo fecha com a HumanTrack, plataforma de monitoramento de saúde comportamental em tempo real, com a qual o terapeuta acompanha e avalia o progresso do paciente com dados mais precisos, aumenta a probabilidade de engajamento e mantém a segurança das informações. Na lógica do vídeo, é a EMA levada ao aplicativo: em vez de formulário em papel uma vez ao dia, registros no celular, com gráfico para o terapeuta.

O ponto pedagógico não é a ferramenta em si, e sim o que ela permite: fechar o ciclo entre avaliação e intervenção. Avaliação contínua deixa de ser "linha de base e alta" e vira o próprio instrumento de ajuste do plano, semana a semana, como o caso da seção anterior mostrou.

Lendo o vídeo em processos

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Para quem trabalha com formulação processual, este vídeo resolve um problema prático: de onde vêm os dados da rede.

  • Os nós de fundo (história, temperamento, contexto) vêm da anamnese e da entrevista aberta. São estáveis, e uma boa entrevista basta.
  • Os antecedentes e as consequências de cada episódio vêm da EMA. São variáveis, dependem de hora, lugar e estado, e a memória não os guarda bem. É aqui que o relato retrospectivo mais engana e a medida no momento mais rende.
  • A força dos nós cognitivos vem das escalas de crença (GRCS) e a gravidade geral, das escalas de sintoma (G-SAS, IGD-20, EDTec). Servem para saber por onde entrar e para medir se a entrada funcionou.
  • A rede muda, e por isso a avaliação precisa continuar. Monitoramento contínuo é o que permite ver a alça se abrindo ou se fechando, e não só o paciente dizendo que está melhor.

Na prática, o caso do vídeo mostra a sequência inteira: entrevista, EMA por duas semanas, padrão encontrado, plano ajustado ao padrão, monitoramento da adesão. É um bom protocolo de avaliação para qualquer demanda de uso de tecnologia.

Levar para a prática
Para revisar — responda

1. Descreva o esquema de formulação de caso do vídeo e diga qual método de coleta alimenta cada uma das caixas da esquerda.

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Fatores predisponentes e precipitantes alimentam um modelo psicoterapêutico, que explica os problemas do paciente; o conjunto é o plano de tratamento. Os predisponentes (história, temperamento, contexto) se preenchem com entrevistas abertas, anamnese e observação comportamental; os precipitantes (o que dispara cada episódio) se preenchem com a avaliação ecológica momentânea, porque dependem de hora, lugar e estado, e a memória retrospectiva não os guarda bem.

2. O que é a avaliação ecológica momentânea e por que ela reduz o viés de memória dos autorrelatos?

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É a coleta de dados no ambiente natural da pessoa, próxima do momento em que o comportamento e a emoção acontecem (na EMA-DT, uma vez ao dia, sobre o dia). Reduz o viés de memória porque pergunta pelo recente em vez de pedir que a pessoa reconstrua semanas de uso na sessão, o que costuma sair suavizado, arredondado ou simplesmente errado.

3. No caso do vídeo, o que a EMA revelou que o paciente não havia relatado, e como isso mudou o plano?

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Que o uso excessivo de redes ocorria no quarto, entre 23h e 1h, depois de episódios de ansiedade noturna ligados ao trabalho do dia seguinte, com pico de desejo e ansiedade nos domingos à noite e em vésperas de reuniões. O plano passou a incluir regulação emocional nas noites de domingo, manejo das antecipações negativas, mindfulness antes de dormir, estratégias alternativas para a hora crítica, resolução de problemas e monitoramento semanal da adesão.

4. Quais são os cinco instrumentos apresentados, e o que cada um mede?

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EMA-DT: registro diário de tempo, finalidade, estado emocional, impulsividade e impacto funcional. EDTec: grau de dependência tecnológica, 15 itens em cinco dimensões. IGD-20: presença e gravidade do transtorno de jogos pela internet nos últimos 12 meses, nas dimensões de saliência, modificação de humor, tolerância, abstinência, conflito e recaída. G-SAS: gravidade dos sintomas de jogo de azar na última semana (vontade, pensamentos, comportamento, consequências emocionais). GRCS: crenças sobre o jogo de azar em cinco domínios (expectativas, ilusão de controle, controle preditivo, incapacidade de parar, viés interpretativo).

5. Por que a GRCS é o instrumento que melhor conversa com a primeira tarefa clínica do vídeo 5?

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Porque a primeira tarefa do vídeo 5 é desfazer a ideia de que o jogo depende de sorte, azar ou método, e a GRCS mede exatamente essas crenças (ilusão de controle, controle preditivo, expectativas). Ela confirma o alvo, mostra em que domínio a crença está mais forte e permite medir se a intervenção mexeu nela.

6. Pense num paciente teu com uso problemático de tecnologia. O que tu sabe por relato e o que só uma EMA mostraria? Como tu montaria esse registro?

Ver critérios
Não há resposta certa. Uma boa resposta separa com clareza o que o relato já deu (história, contexto, quanto a pessoa diz que usa, o que perdeu) do que só o registro no momento daria (hora, lugar, estado antes e depois, o que a pessoa estava evitando), e descreve um registro viável: poucas perguntas, uma vez ao dia, no celular ou no papel, por duas semanas, com data para olhar junto. O erro comum é montar um diário longo demais, que o paciente abandona no terceiro dia.
Salvo neste aparelho

Referências

  1. Kim, S. W., Grant, J. E., Potenza, M. N., Blanco, C., & Hollander, E. (2009). The Gambling Symptom Assessment Scale (G-SAS): A reliability and validity study. Psychiatry Research, 166(1), 76–84.
  2. Pontes, H. M., Király, O., Demetrovics, Z., & Griffiths, M. D. (2014). The conceptualisation and measurement of DSM-5 Internet Gaming Disorder: The development of the IGD-20 Test. PLoS ONE, 9(10), e110137.
  3. Raylu, N., & Oei, T. P. S. (2004). The Gambling Related Cognitions Scale (GRCS): Development, confirmatory factor validation and psychometric properties. Addiction, 99(6), 757–769.
  4. Shiffman, S., Stone, A. A., & Hufford, M. R. (2008). Ecological momentary assessment. Annual Review of Clinical Psychology, 4, 1–32.
  5. Persons, J. B. (2008). The case formulation approach to cognitive-behavior therapy. Guilford Press.
Nota de métodoMaterial dirigido a psicólogos. É o sétimo vídeo de uma disciplina de pós-graduação; as etapas do processo interventivo vêm no vídeo 8.

Fonte. Este resumo foi escrito a partir dos slides do vídeo, sem transcrição da fala. A leitura da vinheta pelos critérios, o quadro "qual usar" e a seção final em processos foram desenvolvidos pelo autor do material a partir da lógica da disciplina. A figura do esquema de formulação foi redesenhada com as duas setas de coleta que o slide acrescenta.

Sobre os instrumentos. IGD-20, G-SAS e GRCS têm desenvolvimento e validação publicados e estão nas referências. A EMA-DT e a EDTec são apresentadas nos slides como instrumentos desenvolvidos para a disciplina; o material as descreve como os slides as apresentam e não encontrou dados psicométricos publicados, o que não as invalida como ferramenta clínica de registro, mas pede cautela para usá-las como medida de gravidade comparável entre pacientes. O FormulaPsi e a HumanTrack são ferramentas citadas no vídeo, com link; o material as descreve sem avaliá-las.

Sobre o caso. Gustavo é vinheta didática dos slides, e o exemplo de EMA (uso no quarto entre 23h e 1h) é apresentado no slide como caso ilustrativo. Nenhum dado de paciente real entrou no material.

Nenhuma citação foi construída para preencher lacuna.
Prof. Júlio Gonçalves
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